PENSAMENTO

"Renda-se, como eu me rendi. Mergulhe no que você não conhece como eu mergulhei. Não se preocupe em entender, viver ultrapassa qualquer
entendimento." (Clarice Lispector)

quarta-feira, 19 de junho de 2013

MANIFESTAÇÃO PELA PAZ - ANLPPB (Academia Nacional de Letras do Portal do Poeta Brasileiro)















OH MEU BRASIL!
Oh meu Brasil, Mãe alegria!
Tu és terra mãe, generosa que a todos acolhe,
Sem distinção de raça ou de cor!
Miscigenação de culturas formou a tua bela cara de amor.
Esse mix que deu tão certo é lindo de se ver de perto.
Nesse berço esplêndido alardeado de verdes,
De amarelo sol ano inteiro.
Teus filhos esbaldam energia e alegrias infinitas,
Mesmo sem casa, sem comida e sem dinheiro.
O azul  de brancas nuvens se encontra
Com os mares e de mãos dadas a bailar,
Recebem os turistas que nesta terra mãe pousam,
Ou aportam para visitar e ou ficar.
Oh meu Brasil!  Varonil!
Aqui tudo que se planta dá, mais os frutos nobres da terra mãe,
São somente para exportar.
Povo criativo, engenhoso e artista; escritores e cientistas,
Esperam o reconhecimento nacional.
Tantos heróis anônimos trabalhando de sol a sol.
 Pra garantir seu pão de cada dia.
Não perdem a alegria e para esquecer os problemas,
Festejam, dançam e pulam seu carnaval.                          
Seus filhos fortes e valorosos estão cansados de esperar               
Por investimentos certos e seguros na Cultura
Na Educação e na saúde
Por mais justiça, verdade, transparência e compaixão.
Por inclusões sociais sem nenhuma discriminação;
Por ações humanitárias que não fique só no bico,
Que contemplem especialmente os mais pobres,
E não somente os ricos.
Oh meu Brasil! Escuta o brado retumbante!            
Esses filhos teus querem ter voz e vez,
Querem segurança, estabilidade e aposentadoria justa!
Querem se orgulhar de dizer para o mundo inteiro: SOU BRASILEIRO!
Ouçam a voz que clama no verde-louro da sua flâmula!
“Paz no futuro e glória no passado”.
Oh meu Brasil! Vermelho!
(Vera Margutti)


"Que os nossos versos retratem a conscientização de que somos todos parte de um mesmo Universo. Que nossos versos derramem a Paz através de poemas, capazes de revelar o quão precioso é o equilíbrio social. A Violência não se justifica, independente do objetivo. Diálogo, união e compreensão. Somente assim as desigualdades sociais podem ser amenizadas. Não existe outra forma!"
                                                                                                                                             ( Ana Stoppa)



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